sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Crucificando a Carne

Texto Base: Lucas: 9:23-26
 
Os primeiros cristãos viveram sob ameaças de morte, mas ainda assim decidiram se entregar totalmente ao Senhorio de Cristo. Perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão e no partir do pão todo porque crucificaram seus desejos e vontades. Muitos por amor morreram literalmente. Deus nos cobra este mesmo nível de entrega.
Como igreja, precisamos tomar uma decisão hoje: sair da ilusão do controle da vida e colocar nossa vida inteiramente sob o Senhorio de Cristo. Há duas verdades fundamentais em Lucas: 9:23-26:

1ª - Negar-se a si mesmo e tomar a cruz não é uma opção - Se de fato Jesus é o Senhor da nossa vida então precisamos buscar alcançar o mesmo nível de vida que o apóstolo Paulo atingiu, há ponto de dizer: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim...”. (Gálatas 2:20).
Nos tempos onde ocorreram os fatos do novo testamento, todo condenado a morte deveria carregar sua própria cruz. Jesus carregou a sua até o Gólgota. Levar a cruz é admitir que estamos morrendo.
Infelizmente em nosso meio ainda ouvimos expressão do tipo: eu estou ferido, eu estou magoado, fulano me humilhou, ninguém me da valor, eu trabalho tanto e ninguém vê. Isto demonstra que estamos longe da cruz, por quem está crucificado, está morto e quem está morto não vê, não ouve, não cheira, não sente.
Enquanto houver argumento é por que há vida na carne. Nosso alvo tem que ser a cruz.

2ª - Quando não há entrega se paga um preço alto
Parece contra-senso, mas qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e qualquer que, por amor a Jesus, perder a sua vida, a salvará. Na crucificação de Jesus, João foi o único discípulo que permaneceu perto, desde o sinédrio até a crucificação (João 19.26-27), os outros discípulos se esconderam. João, também, foi o primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10).
Pedro mesmo tendo dito que não negaria Jesus, mesmo tendo levantado a espada para “defender Jesus” cortando a orelha direita do servo do sumo sacerdote que foi prender Jesus (João 18:10), o negou.
É interessante que todos os apóstolos, aqueles que quiseram salvar suas vidas, tiveram um fim trágico, menos João. João teve morte natural, com idade de 100 anos. João foi o único que não passou por martírio, todos os outros morreram tragicamente. Por que quem tenta se salvar perde, quem se entrega se salva.

Conclusão: Precisamos correr hoje mesmo para a cruz, não há escolha.
Em Galátas 5:19-21 há uma relação de obras produzidas pela carne e precisamos pô-las na cruz.
Jesus te pergunta hoje: o que te aproveita ganhar o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Nada Pode Quebrar - André Valadão - Clipe Oficial


Vencendo as feridas da alma

Texto Base: Lucas 15: 11-32
 
1. Desprezo, inveja: (Vs: 30) O filho mais velho estava acusando o seu irmão dizendo que ele se prostituiu, desperdiçou a herança da família.
Ele não se alegrou com a volta e arrependimento de seu irmão. O coração daquele homem estava ferido.
Quando notamos que a inveja, o desprezo e a acusação em relação a um irmão fazem parte de nosso histórico, precisamos nos questionar sobre: quem somos para acusar alguém que Deus já perdoou? Quem somos nós para desprezar a quem Deus chama de filho?
Deus tem poder para mudar a história de uma pessoa. Desqualificar um irmão para ter atenção exclusiva não é atitude coerente é ferida na alma.


2. Rebeldia: (Vs:28-29) O filho mais velho se irou porque o pai recebeu o irmão mais novo com um banquete e muita alegria, por sua vontade seu irmão seria recebido apenas como um empregado.
Na igreja há irmãos mais velhos que querem receber os irmãos mais novos como empregados, pois pensam que posição no Reino é conquistada pelo tempo de serviço. Posição no Reino de Deus é conquistada por um coração humilde e disposto a obedecer.
O irmão mais velho esteve muito tempo com o pai, mas seu coração estava cheio de rebeldia o que foi denunciado por suas palavras e atitudes.


3. Autopromoção: (Vs 29) ninguém precisa dizer que é fiel a fidelidade é manifesta no dia-a-dia. Quem se auto-promove pode estar caindo no erro da soberba. Precisamos tomar cuidado, pois Deus resiste ao soberbo. Quem nos exalta é o Senhor.


CONCLUSÃO: Deus como nosso Pai celestial está sempre disposto a dar oportunidades para reconciliação, quantas forem necessárias, mas pior que estar perdido do lado de fora é esta perdido dentro da casa do pai.
Não seja como o irmão mais velho que perdeu a benção, deixou de celebrar com o pai e com o irmão por causa das feridas da alma.
A igreja é uma comunidade onde as pessoas passam por um processo de tratamento, e o passado perdoado deve ficar no passado. Não temos o direito de julgar ou de nos enaltecer diante das pessoas. Somos irmãos filhos de um mesmo Pai e aqueles que estavam perdidos e arrependeram-se merecem o nosso amor e apoio. Abra o seu coração e deixe o Espírito Santo te curar de todas as enfermidades.

FESTA DAS NAÇÕES 2012






REFLITA


Vencendo no Deserto


Texto base: Mateus 4:1 -11


Introdução:
Jesus foi conduzido ao deserto pelo Espírito de Deus para ser tentado. Não foi o diabo que O levou, bem como não foi ali por conta própria. O Espírito de Deus o conduziu ao deserto para vencer o inimigo e assim prepará-lo para toda boa obra.
Depois do deserto os sinais, os prodígios, as maravilhas e os milagres extraordinários se manifestaram por intermédio do ministério de Jesus. Quem vence o diabo uma vez, vence duas, três e recebe a capacitação de vencer sempre.
Jesus venceu a satanás pelo poder da Palavra. Esta vitória se estabeleceu em seu ministério e ainda hoje esta a nossa disposição.
No deserto Jesus conquistou três bênçãos essenciais:


1) A primeira benção é a Provisão. (Vs:3 e 4).
Ao sugerir que Jesus transformasse as pedras em pão, satanás tinha como objetivo controlar os lábios do Mestre. Jesus declara: “não só de Pão viverá o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus”. Jesus neste momento nos ensina que nossa provisão não está na boca de satanás mas na Palavra de Deus. A conquista da provisão se manifesta nos lábios que confessam a Palavra de Deus.

2) A segunda benção é o Livramento. (Vs: 6 e 7).
Não conseguindo que Jesus falasse as pedras, o diabo mais uma vez tenta a Jesus, desta vez sugerindo que Ele se lance do pináculo do templo. Jesus então, mostra que não precisa ser dessa forma. Deus nos ama e o livramento está a nossa disposição todos os dias, sem a necessidade de prova. Nos momentos de perigo real, podemos contar com livramento de Deus.

3) A terceira benção é a do Relacionamento. (Vs: 9 e 10)
Neste último momento o diabo desejou que Jesus quebrasse o relacionamento com o Pai, voltando-se para ele em adoração. Ainda hoje seu desejo é este e infelizmente muitas pessoas que colocam a seus sonhos nas mãos de falsos deuses.
Pelo relacionamento com Deus vivemos em vitória, em conquista em prosperidade. Por isso assim como Jesus precisamos dar ordem a satanás: Retira-te, por que está escrito: Ao Senhor, teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto.

CONCLUSÃO:
Aprenda algo de extrema importância, Deus sempre te levará ao deserto para lhe ensinar algo. No deserto Jesus venceu a satanás e recebeu a capacitação para vencer sempre. O deserto é uma escola e o aprendizado é necessário, caso contrário o deserto pode se tornar um lugar de angústia e sofrimento. Você decide ser aprovado ou não. Jesus esteve no deserto e venceu, por isso todo deserto que você enfrentar Ele sempre estará com você.

Vida vitoriosa!

1. Precisamos enfrentar as batalhas - Davi foi vitorioso porque enfrentou batalhas. Disseram que ele não conseguiria, mas ele não acreditou, partiu para luta e venceu.

Jesus é o nosso maior exemplo, Ele não caminhou em direção a cruz como um derrotado. Ele enfrentou a morte, a cruz porque sabia da sua vitória seria consumada.

2. Lute olhando para o futuro - não devemos olhar para trás, Satanás quer que você olhe para o passado. Precisamos olhar para o futuro. Satanás sabia onde estava o “ponto” que atingiria a alma de Davi (ler I Samuel 16:1), desprezando-o para que voltasse ao passado.

Naquele dia Davi derrotou o gigante do desprezo. Quantos gigantes estão se levantando contra você? E você não consegue vencê-los porque não derrotou o gigante do desprezo e vive no passado limitado.

3. Palavra profética - ela é uma arma poderosa, (verso 43-47), Davi estava respaldado na palavra de Deus e cheio de poder e autoridade, fez com que ele vencesse o gigante. Você tem que fazer o mesmo, usar a palavra como espada e se revestir de poder e autoridade amarrando todo o valente e lançando-o no abismo.

Tome posse do seu território porque Deus tem nos dado o espírito de ousadia!(verso 51 e 57).

CONCLUSÃO: Davi venceu todos os desafios e como vitorioso teve seus despojos, de garoto desacreditado que apenas cuidava de ovelhas passou a ser membro da realeza e guerreiro oficial do rei. É ou não é recompensado àquele que luta, vence e permanece na palavra não dando ouvida aos inimigos?
Deus também tem este projeto para a sua vida, Ele quer te fazer vencedor em tudo que fizeres!